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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Golden Week & Treasure Garden de Tatebayashi


 O Golden Week é uma seqüência de vários feriados no Japão: Essa é uma das datas preferidas das pessoas, que aproveitam o clima mais quente, para viajar pelo país ou até mesmo ao exterior.  
O calendário japonês não tem folgas como no Brasil e, portanto essa semana torna-se mesmo uma semana  de ouro, uma espécie de férias! Existem três feriadões na terra do sol nascente: o Ano Novo no final de dezembro e início de janeiro, o Golden Week no final de abril e começo de maio e  o Finados ( Obon), em agosto.
Semana Golden Week:
Dia 29 de abril (Showa no Hi), comemora o aniversário do ex-imperador da Era Showa, falecido em 1989. 

Dia 3 de maio ( Kenpo kinenbi), é uma data para celebrar a Constituição japonesa, proclamada em 3 de maio de 1947.

Dia 4 de maio ( Midori no Hi ou Dia do Verde). É uma ocasião para apreciar o meio ambiente e a natureza. 

Dia  5 de maio( Kodomo no Hi ou Dia das Crianças). Nessa data as famílias pedem pelo crescimento saudável dos meninos. Algumas penduram, do lado de fora das casas, flâmulas de carpa, chamadas de koinobori, desejando-lhes felicidade, força e coragem para superar as dificuldades na vida. Bonecos de samurai, denominados Gogatsu ningyo, também são exibidos no interior das residências, simbolizando força, poder e sucesso.

E aproveitando o feriado prolongado fomos ao Treasure Garden de Tatebayashi...Ver a floração de Shibazakura o imenso tapete cor de rosa, que forma uma sinfonia de lindas cores.
Um lugar simplesmente Maravilhoso...
Visite e curta nossa página...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Amar

Procure me amar quando eu menos merecer, porque é quando eu mais preciso

Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.

Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando
progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.

Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.

Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.

Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.

Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor.

Texto de Ana Jácomo


domingo, 7 de abril de 2013

Sakura & Amigos!


Este ano as flores floresceram  como de costume, mas infelizmente o tempo essa semana no Japão estava fechado, muita chuva, pouco sol, mas dentre um intervalo e outro na hora do  almoço,  o meu "Rubi" foi  ao longo da semana fotografando os nomes dos amigos nas árvores de sakura...
Infelizmente nosso  tempo por aqui é escasso, e seria impossivel colocar todos os nomes dos amigos aqui... O "Rubi" procurou colocar os nomes de quem se fez presente....














E como choveu e ventou muito hoje...Acho que vamos nos despedindo do sakura esse ano...
Agora só no próximo ano...
Espero que vocês tenham gostado...E para ver o Post completo do  Rubi é só visitarem o "BRASIL DA PENA"
Para ver o post completo do " Denguinho da Nina" é só visitar...
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